quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Você não ama

" 'Amor' é algo para o qual você precisa de penicilina.
'Amar' é dar uma flor para um jovem nu com piolhos no cabelo enquanto sua mãe está sentada em casa com o coração partido.
Você 'ama' os estranhos, não os pais."

É meu mas não fui eu quem escreveu.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Seu compromisso é problema seu!

Estou passando por um momento único na minha vida. Todo momento é único, certo. Tá, não estou grávida.
Vou começar de novo:

Estou numa fase que nunca nem imaginei qual sensação teria. Invertem-se os papéis e a novidade é que me sinto bem com isso. Não o tempo inteiro, porque sabe-se que sou feita de sentimentos antagônicos apesar das sensações serem singulares.
O que seria exatamente usar alguém? Seria realmente errado?
O momento que me encontro é nessa linha de raciocínio, vivendo uma fase meio adulta, tentando negar o senso comum e agir como meu inimigo.
Que gosto tem? É estranho, mas não dá pra largar.
Meu coração não serve para você, nem o seu para mim. Eu ajo como quem nega o senso comum e quer provar aquilo que as mulheres sempre tiveram vontade, mas que por aquela porcaria de coisa que chamam de moral e que nao sei da onde surgiu, nunca fizeram.

É o individualismo, só tenho pensado em mim.
Começo a entender os mecanismos do sexo oposto em não se envolver. Estou tão adulta! (risos)

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Serra do Mar

The night is quiet. Quiet is good but not for too long. When I can hear my breath for so long and loud, it's lonely.


Salve Oxum, rainha dos rios e lagos! Obrigada pelo começo de ano renovado, banhado em suas águas!

sábado, 26 de dezembro de 2009

Sempre há tudo

Alguém disse: "Escreve!" Alguém respondeu: "Já não tenho mais o que escrever!". Mentira!
Se ainda resta algo na cabeça que pinica e faz arder, ou que enche de calor e faz sorrir, se existem pensamentos, existem palavras.
Sempre se tem algo a dizer, mesmo que seja nada. Mesmo que seja para atestar o tédio. Mesmo que seja costume. Escreve, estou mandando!
As palavras são seus próprios motivos e os motivos são as próprias palavras.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Schmerz

DÓ, DÓI, DÓI, DÓI, DÓ, DÓI, DÓI, DÓI, DÓ, DÓI, DÓI, DÓI, DÓ, DÓI, DÓI, DÓI, DÓ, DÓI, DÓI, DÓI, DÓ, DÓI, DÓI, DÓI, DÓ, DÓI, DÓI, DÓI, DÓ, DÓI, DÓI, DÓI, DÓ, DÓI, DÓI, DÓI, DÓ, DÓI, DÓI, DÓI, DÓ, DÓI, DÓI, DÓI, DÓ, DÓI, DÓI, DÓI, DÓ, DÓI, DÓI, DÓI, DÓ, DÓI, DÓI, DÓI, DÓ, DÓI, DÓI, DÓI, DÓ, DÓI, DÓI, DÓI, DÓ, DÓI, DÓI, DÓI, DÓ, DÓI, DÓI, DÓI, DÓ, DÓI, DÓI, DÓI, DÓ, DÓI, DÓI, DÓI, DÓ, DÓI, DÓI, DÓI, DÓ, DÓI, DÓI, DÓI, DÓ, DÓI, DÓI, DÓI, até que não doa mais.

Os dias não são neutros porque sempre dói alguma coisa.